36 anos, um filho de sete, duas provas de Magistratura. Poucos reais na conta-corrente, alguns processos na pauta, muitos obstáculos a alcançar. O principal deles: o posto de juíza substituta no Tribunal de Justiça de São Paulo, considerado por muitos um dos mais difíceis concursos públicos do País. Eis o histórico desta jornada, que não começou hoje, mas terá um fim (e se Deus desejar, bem-sucedido), a partir de hoje.
Falarei em primeira pessoa, dirigindo-me aos parceiros de luta, aos futuros colegas de profissão, aos amigos e familiares, e principalmente, ao objeto de toda essa batalha, o querido menino dos mil adjetivos Pedro Henrique, a quem dedicarei cada segundo desta preparação.
Será um diário bastante pessoal, e desde já pedirei perdão a todos por aqui constar elementos como subjetividade, religião, sentimentos pessoais e as dores que carrego, os hematomas que terei. Porque passar nesta prova não é um capricho. Não é um meio de ganhar a vida. É vocação de alguém que sonha com esse ofício há muitos anos. E ao longo dos tempo, isso será melhor explicado.
Sintam-se confortáveis para fazer comentários e apresentarem suas sugestões. A todos, meu carinho e respeito. Abraços jurídicos a todos. Alea jacta est!
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